Você Pode Ser o Que Quiser

Foi o slogan de uma campanha publicitária de cosméticos. Você pode ser o que quiser, desde que ponha a sua máscara, seja ela feita de maquiagem ou outra coisa.

 

Após muitos anos de luta pela igualdade entre os gêneros, esta “igualdade” foi assassinada pelo capitalismo.

Numa sociedade centrada neste modelo econômico, as pessoas não tem a liberdade de decidir o que querem fazer da vida.

“-Ah, mas eu sou livre para escolher se quero ser médic@, engenheir@, advogad@, ou qualquer outra profissão.”

Certo. Mas e se a felicidade de uma mulher consistir em ficar em casa, cuidando do lar e da família? Certamente ela será julgada pela sociedade, será rotulada como fracassada, preguiçosa, desafortunada…

E se a felicidade de um homem consistir em ficar em casa, cuidando do lar e da família? Com certeza ele será hostilizado, chamado de incapaz, fraco, “capacho” da esposa…

E não me refiro à necessidade do trabalho remunerado do casal, pois raramente a renda de um só cônjuge consegue suprir a necessidade da família. A discussão é sobre a liberdade de escolha (que só pela necessidade financeira já é suprimida), supondo uma situação ideal de que o trabalho escolhido por um dos dois seja suficientemente rentável para permitir esta escolha do outro.

Neste ponto, entra a vulnerabilidade das relações afetivas.

“-Por mais que eu goste do trabalho doméstico, ou de qualquer trabalho que tenha remuneração ínfima, preciso trabalhar para não depender de ninguém.”

É uma visão de autopreservação. É reflexo da ideia de que quem põe o dinheiro em casa é superior, tendo o direito de mandar no capital e tem o poder sobre aquele que não trabalha de forma remunerada, pois as atividades domésticas são sim um trabalho. É um retrato da falta de credibilidade do casamento, que atualmente é realizado sem bases e desfeito ao menor sinal de problemas. É um “esquecer” que o casamento é feito de duas pessoas, e que se uma dedica-se exclusivamente ao trabalho fora de casa, é porque a outra cuida sozinha dos serviços domésticos, caso contrário, teriam que dividir as tarefas ou contratar alguém que as fizesse.

Deixando um pouco a profissão de don@ de casa, vamos pensar naquelas que exigem pouca qualificação profissional, e que têm baixa remuneração.

É raro encontrar pessoas que digam: eu quero ser faxineir@. Eu quero ser gari. Eu quero ser servente de pedreiro. Normalmente as pessoas que ocupam estes cargos não tiveram todas as oportunidades na vida, chegaram a eles porque foi o que lhes calhou. São poucos os que exercem a profissão com amor pelo trabalho, quando muito são gratas por terem um emprego e fazem o serviço da melhor forma possível por serem boas pessoas, mas não por escolha.

Mas por que isso? Será que uma profissão que exigiu curso superior é mais importante que as outras? Será que não existem pessoas que realmente desejem ocupar estes cargos base da sociedade?

E a resposta recai sobre o capitalismo corrupto.  Normalmente estas profissões são mal remuneradas, o salário destes profissionais não lhes garante qualidade de vida, com acesso à saúde, educação, cultura e lazer, por isso ninguém nem pensa se gostaria de exercer estas profissões, simplesmente ocupam a vaga disponível.

Pela felicidade das pessoas, é preciso mudar a sociedade.

E para mudar a sociedade é preciso começar mudando os nossos próprios pensamentos, tendo respeito pelo outro, tendo a consciência de que somos todos igualmente capazes e necessitados, independente da profissão que exerça, seja ela de don@ de casa, prostitut@, médic@ ou juiz.

A partir disto, precisamos lutar pela remuneração justa, pela acessibilidade de todos aos serviços essenciais à vida. Neste ponto, cada um poderá escolher a profissão que lhe faça feliz. E só aí, a frase “Você pode ser o que quiser” fará algum sentido.

Felicidade e Conforto

O grande combustível da vida é fazer coisas boas, que lhe dão prazer, com pessoas maravilhosas.

A comemoração da conquista de meus amigos e colegas foi excelente, mas poderia ter sido ainda melhor se eu estivesse com um sapato mais confortável… Então, encontrei essas dicas que podem ajudar para que as próximas festas sejam ainda mais perfeitas!

“Confira 11 dicas para que os sapatos não machuquem tanto o pé:

1. Encha um saquinho com água, coloque dentro do sapato que está machucando e levar ao congelador. O gelo que se formar no saquinho vai lacear o seu sapato sem que você precise usar seus pés para isso!

2. Se seu sapato estiver apertado, coloque jornal amassado dentro dele, molhado com água ou álcool, e leve ao sol para secar. Se ainda machucar, repita o procedimento.

3. Se já estiver com o pé machucado, use um esparadrapo ao invés de um band-aid. Os band-aids sempre saem do lugar, não é uma boa opção!

4. Compre seus sapatos sempre no fim da tarde, quando seus pés já estão inchados.

5. Use fitas que tem adesivo dos dois lados. Coloque onde achar necessário. Vai evitar que seu sapato fique escapando ou que seu pé fique dançando dentro dele.

6. Palmilhas também podem ajudar a preencher o sapato e evitar que seu pé entre e saia enquanto anda.

7. Verifique se seu problema não é alergia! Se for, talvez só possa usar sapatos de couro ou tecido.

8. Utilize cera de vela nos locais do sapato que machucam. Assim vai amenizar pontas e costuras em relevo, formando uma barreira mais confortável entre ele e seus pés.

9. Compre protetores para os pés. Existem diversos modelos nas farmácias.

10. Coloque 2 colheres de sopa de amaciante no calcanhar do seu sapato. Deixe agir por um período e depois seque. Vai ficar mais maleável.

11. O couro também é pele e por isso tem elasticidade. Passe hidratante por todo o interior do seu sapato, calce-o e fique caminhando pela casa. O hidratante vai amaciar o couro e assim você irá moldá-lo!”

Dicas copiadas de: http://www.ruateffe.com.br/blog/?p=1382

Imperfeita

“Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

 

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias…

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

 

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

 

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

 

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

 

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.”

 

  Martha Medeiros
Jornalista e escritora

Novas Formas de Ver o Mundo

Considerações de um guru indiano sobre o fim do mundo em 2012.

-Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?

-Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.
Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos. Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.
Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos. Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.
Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.
Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.
Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.
Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.
“Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”.

-Como assim? Não percebe a escuridão?

-Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.
A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

-Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?

-Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.
Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.
A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.
Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.
Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.
Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada.
Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.
Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.
Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.
Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.
Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.
Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo. Seja um participante ativo. Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.

Lampejos ecológicos

Flá Wonka, do Garotas que Dizem Ni.

Para minha infelicidade, não posso ter um Prius – aquele carro sem-graça que roda tanto com gasolina quanto com energia elétrica – porque não se vende isso no Brasil. Não tenho espaço aqui em casa para fazer um tanque de compostagem também, então o lixo orgânico vai pro lixo mesmo. Não consegui usar fraldas de pano na minha filha, foi na base das descartáveis. Controlo o uso da água; desligo as luzes todo o tempo; vou à pé; compro menos; reciclo. Mas tudo isso é ecologia de momento.

Se a gente quisesse mesmo causar menos impacto na Terra, teria que mudar de rumo por completo – talvez, seguindo as dicas de um livro que terminei de ler há pouco tempo. Chama-se “Manual Live Earth de Sobrevivência ao Aquecimento Global”. É uma quase-ficção.

Quem escreveu foi um maluquete inglês, aventureiro e criador de ONG ecológica, chamado David de Rothschild. No livro, David estabelece 77 táticas que podemos adotar para sermos mais amigos do planeta. O homem é um fanfarrão (porque algumas das atitudes são “construa um half pipe usando pneus velhos”, “faça um jardim no seu telhado” e “instale um moinho e capte sua energia”). Mas ele dá outras ótimas dicas para quem pretende ser menos poluente.

O duro é que ser menos poluente… é duro. Principalmente para aqueles com mais de 15 anos, que viveram em um mundo feliz com seu petróleo, onde ter carro era status e que achava normal lavar a calçada com mangueira. Mudar de atitude para causar menos danos à amada mãe terra é difícil para nós.

Até porque, ser ecológico ainda causa uma baita estranheza. No supermercado, por exemplo. Faz tempo que adotei uma sacola de pano para trazer as compras para casa. Como moro bem perto de duas quitandas e um mercado, prefiro comprar poucas coisas por vez – o uso é mais racional, faço mais exercício, gasto menos na ponta do lápis; afinal, não preciso de um estoque de latas de óleo ou pacotes de açúcar. Acontece que os mocinhos que empacotam não me entendem.

Sempre que os itens começam a dançar pela esteira, lá vão eles querer enfiar tudo em sacolinhas plásticas (sempre um item ou dois em cada saco, pra me enlouquecer de vez). São matreiros e agem na surdina – e, quando eu vejo, já enfiaram três produtos nas sacolas. Grito! Peço para parar! Aviso que tenho minha sacola de pano. Eles torcem o nariz e vão-se embora.

Em lojas, a mesma coisa: digo que posso levar a caixa na mão, que não preciso da sacola. Elas dizem “você tá querendo ser ecológica, né? Mas é sacola de papel!”. E daí, uai?! Primeiro, que a sacola de papel tem 80cm X 80 cm, um exagero de tamanho que serviria para carregar um bezerro dentro. Segundo que, para fazer aquilo, um baobá deve ter ido pro saco (literalmente). Terceiro e mais importante: nosso sistema de reciclagem é pífio, e então sacos de papel costumam ir para o aterro sanitário comum – o que faz seu tempo de decomposição ser igual ao do plástico: 1.000 anos.

Fica muito difícil ser “certinho”. Você escova os dentes com um copo d’água, mas passa na rua e vê um vazamento jogando milhões de litros dela fora. Você vai de ônibus, mas encara uma penúria de conforto. Você quer comer tomates orgânicos, mas eles custam o triplo daquele lotado de tóchico.

O negócio é acreditar que qualquer esforço vale a pena e ir em frente. E pensar que, mesmo qualquer lampejo ecológico pode colaborar para que nossos netos não precisem usar protetor solar fator 150.

Sacologica.jpg
Minha sacola é correta e maneira. E custou só uma
camiseta velha. Quer a receita? Apanhe uma camiseta
de malha comum. Peça para uma gentil operadora
de máquina de costura fechar a parte de baixo, da cintura.
Corte as mangas. Corte também a gola, para dar mais
abertura e ter alças ajeitadas. Prontinho.
Agora é só ir arrumar treta com os empacotadores de mercado!

Sabedoria Canina

Você já se imaginou agindo com a Sabedoria Canina? A vida teria uma perspectiva muito mais amistosa!

Tente:
1 – Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio;
2 – Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer;
3 – Quando alguém que você ama se aproximar, corra para saudá-la(o);
4 – Quando houver necessidade, pratique a obediência;
5 – Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território;
6 – Sempre que puder, tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar;
7 – Corra, pule e brinque diariamente;
8 – Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito;
9 – Seja sempre leal;
10 – Nunca pretenda ser algo que você não é;
11 – Cave até encontrar o que você quer;
12 – Quando alguém estiver passando por um mau dia, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo;
13 – Se um rosnado revolver, não morda;
14 – Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama;
15 – Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore;
16 – Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo;
17 – Não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado… Corra imediatamente de volta para seus amigos;
18 – Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada!

por Paula Balsinelli.