Je ne suis pas Charlie*

Je ne suis pas Nigéria. Je ne suis pas Síria. Je ne suis pas África, Rússia, Ucrânia… Je suis Maceió, je suis Brasil.

Por que tanta comoção internacional com um atentado na França?

-Ah, foi um atentado à liberdade de expressão, não se pode atacar jornalistas por dizerem o que pensam.

Mas sua liberdade não começa quando termina o direito do outro? Onde fica o direito dos muçulmanos de ter a sua fé respeitada? Onde fica o direito dos muçulmanos pacíficos, que embora se sentissem ofendidos, não são representados por aqueles fanáticos violentos que mataram os jornalistas?

Mais importante: onde está a sua comoção por aqueles jovens que morrem nas drogas, na periferia da sua cidade? Onde está a sua comoção contra os políticos que roubam o dinheiro que você trabalhou tanto para ganhar? Dinheiro este que você pagou em impostos para serem aplicados na melhoria da sua qualidade de vida, e que estão indo para a “qualidade” de vida destes ladrões?

Onde está a sua comoção que não chama atenção do colega que está falsificando carteira de estudante, furando fila no RU, recebendo bolsas indevidamente, furtando material do escritório?

O mundo seria um lugar bem melhor se antes de chorarmos pelas pessoas distantes, pelas quais é muito fácil chorar já que estão fora do nosso alcance de agir, olhássemos para quem está próximo. Que este choro se convertesse em ação, que lavasse para longe o nosso egoísmo.

Assim, todos estariam tão ocupados tornando a sua vizinhança um lugar melhor, que não haveria espaço para guerrear com quem simplesmente tem uma religião diferente da sua, ou roupa, ou opção sexual, ou cor de pele, ou nacionalidade…

*texto referente ao mês de janeiro.

Nem Bom, Nem Mau

Outubro

Em época de eleições, o Brasil mostrou seu pior lado. Eduardo, O candidato que parecia ser o mais promissor morreu numa situação adversa (ninguém sabe se de morte morrida ou matada).

Foi substituído por Marina, uma candidata também promissora, mas que queria agradar a todos, o que acabou passando uma imagem de volúvel e indecisa, afastando muitos de seus eleitores. Havia outros bons candidatos, como Dudu Jorge e Luciana, mas o segundo turno acabou retratando a (falta de) consciência política da maior parte da população.

As redes sociais tornaram-se palco de baixarias. O país aparentemente se dividiu entre os dois candidatos, e as pessoas defendiam um ou outro em debates ofensivos a seus (anteriormente) “amigos”. Era a prova real do baixo nível destas pessoas.

Já não se podia demonstrar o voto por um ou por outro, nem mesmo a neutralidade, sem receber críticas ou ofensas. Tolos.

Não repararam eles que:

Não é o presidente que manda no Brasil. Se o presidente toma decisões, ele precisa do apoio do senado, e pouquíssimos foram aqueles que se importaram em pesquisar a vida de seus candidatos a senador, deputados e governador.

Os dois candidatos eram, mesmo que política e pessoalmente opostos, farinha do mesmo saco. Ambos almejavam apenas o poder, embora um utilizava-se da estratégia do populismo, enquanto outro do apoio dos ricos, os que já dominam o poder. No fim das contas, não são bons nem maus, são igualmente egoístas.

A solução que eu vejo para o Brasil é da população se decidir entre ser “bom” ou “mau”. O que, aliás, nem é uma colocação adequada, pois todo mundo tem em si um pouco de bondade e um pouco de maldade.

Colocando melhor, a população precisa começar a ter responsabilidade sobre aquilo que acontece ao seu redor. Se o bairro está cheio de lixo, normalmente não é porque a prefeitura não fez a coleta, mas sim porque VOCÊ o jogou lá. Se o rio está poluído, não foi o vereador que fez ligação clandestina de esgoto… Se os brinquedos da pracinha estão quebrados, não foi falta de educação do filho do prefeito que foi até lá depredá-los… Não são os políticos que fraudam meia entrada no cinema, furam filas, enganam no troco, enganam nas bombas de combustível, fazem “gatos” de água, energia, tv a cabo… É VOCÊ. É preciso assumir a responsabilidade e assumir: o problema SOU EU.

Sob outro aspecto, suponhamos que apenas os políticos de uma nação são “maus”, e todas as outras pessoas são “boas”. Daí ele pretende construir uma creche no bairro, mas quer usar os materiais mais baratos e prestar contas de que usou os mais caros, embolsando a diferença e dando parte a quem participou do esquema. Sendo a construtora honesta, iria realizar esta obra? Sendo o órgão fiscalizador honesto, iria aprovar esta creche quando estivesse pronta? E a população, iria aceitar esta creche mal feita? A resposta é não. O mau político ficaria de mãos atadas, seria obrigado a fazer o que é correto. Eis aí uma solução simples.

Mas o povo continua mais preocupado com o próximo capítulo da novela das 21h, e em quem vai lhe pagar mais pelo voto na próxima eleição.

Como disse Martin Luther King: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.

Sustentável?

(Em busca do tempo perdido: este texto deveria ter sido publicado em novembro, adiado graças a minha falta de organização, que conduziu todo o meu tempo para o TCC).

Crescemos aprendendo que Portugal acabou com a mata atlântica. Que a culpa pelos problemas ambientais do Brasil é dos portugueses, que extraíram ao máximo as riquezas naturais e dizimaram nossas florestas. Sei que sou suspeita para falar a respeito, dada a minha relação próxima com os tugas, mas o pequeno aprendizado da faculdade e as observações do dia a dia me fazem crer em outra coisa.

Sim, os colonizadores extraíram grandes quantidades de pau-brasil e minérios preciosos, derrubaram florestas para construir cidades, mas não são eles que hoje, conhecendo o valor da floresta, continuam fazendo isto para criar gado de forma extensiva.

Não foram eles que fizeram ligações de esgoto diretamente para os rios. Não são eles que fazem isso ainda hoje, de forma clandestina, encaminhando seus dejetos para a rede pluvial e daí para os rios.

Não são os portugueses que ao invés de aplicar verbas em saneamento, na construção de estações de tratamento de água, esgoto, das redes dos mesmos, desviam estas verbas de forma corrupta. Também não são eles que elegem políticos por fazerem “pavimentação” (da que possua menor qualidade possível, para poder “lucrar” com a obra), que é obra visível, ao invés das necessárias e subterrâneas obras de saneamento.

Eles falam em sustentabilidade, e constroem, no país deles, ciclovias e ferrovias. Aqui, fala-se em sustentabilidade, e constroem-se cada vez mais autoestradas. Faz-se cada dia mais promoções de automóveis, o ápice da falta de eco: nomia e logia. Vê-se a mínima atitude de um prefeito em dar exclusividade aos ônibus em uma faixa da principal avenida da cidade, valorizando minimamente o transporte público, e esta atitude é recebida com uma enxurrada de reclamações. Uma que me queimou os olhos de tamanha estupidez foi vista numa rede social: (…) “estão querendo tirar nossa autonomia e liberdade de andar de carro”. Autonomia? Liberdade? Autonomia, para mim, é poder sair sem ter de me preocupar com combustível, impostos, lavagem de carro, estacionamento ou assaltos ao veículo, poder beber o que quiser, a hora que quiser, e voltar para casa num ônibus confortável e de preço justo. Liberdade é poder escolher se vou de metrô, mais rápido, de ônibus, para ver a cidade, ou de elétrico (bônus Lisboa), para ir com charme vintage.

É ridícula a dependência que temos dos automóveis. E lá vamos nós, seguindo de carro. Vamos não, nos arrastamos pelos congestionamentos. Mas o pior de tudo é levar “baforadas” de fumaça preta, e não poder fazer nada, mesmo com a legislação rígida contra as fontes móveis.

Culpa-se os outros, mas foi em Lisboa que voltei a sonhar em me especializar em Gestão de resíduos sólidos, e foi em Maceió que voltei a me desiludir, ao ver a falta de educação ambiental das pessoas: jogam lixo na rua, caminhando a 2m de uma lixeira; jogam pela janela dos carros (e isso não é falta de acesso à educação, é ignorância, pois normalmente são carros caros), na estrada, a beira de mangues e de rios. O caminhão da coleta de lixo retira uma montanha feita pela população no meio de uma praça, e a seguir os moradores começam a depositar as sacolinhas no mesmo local…

E no meio disto, encontro num livro de avaliação de impacto ambiental (Sànchez):

Alvará do rei Dom José, 1760: “(…) sou servido ordenar que, da publicação desta em diante, se não cortem as árvores dos mangues que não estiverem já descaídas, debaixo da pena de cinquenta mil réis, que será pago na cadeia, onde estarão os culpados por tempo de três meses, dobrando-se a condenações e o tempo de prisão pelas reincidências (…)”.

O autor afirma que os estudiosos da época chegaram a uma conclusão: “A regulação do acesso e do uso dos recursos naturais, dos quais o Brasil era rico, seria essencial para colocar o país no rumo do desenvolvimento”.

E ainda aqui estamos, quase 3 séculos depois.

Compêndio

Em Portugal existem as férias de Páscoa. Pouco antes delas, minha família lisboeta viajou para Amsterdam e Bruxelas e eu fiquei sozinha… Não quis ir, pelo frio e pelos euros. Também me sentia um pouco perturbada, e decidi ir visitar um grande amigo, para conversar um pouco e ver se me colocava de volta nos eixos. A visita deu certo, mas a conversa não, pois outro amigo ficou com pena de me ver viajando sozinha e se ofereceu pra me acompanhar. Não podia recusar a oferta, e o passeio a Évora foi muito legal.

Voltei, passei o fim de semana com Marco, segunda os primos já estavam de volta. Mas Reinaldinho ainda estava aqui, então fiquei um tanto carente… decidi passear sozinha, e o resultado dessa mistura não poderia dar certo. Mas pronto, já aprendi que esta vida não tem futuro. Na semana de férias, fui pra Aveiro. É uma cidade linda e pequenina, e criei verdadeiros laços com um amigo que fiz em Coimbra, na latada, e que me acolheu em sua casa.

Reinaldinho foi embora, e a vida foi voltando ao normal na Casa dos Primos e no meu coração.

Chegou a primavera, e Lisboa parecia finalmente esquentar. Saí de casa sem cachecol, na volta tomei vento frio e fiquei com a garganta péssima…

A Malta viajou unida no feriadão de 25 de abril, conhecemos Porto e Vila Nova de Gaia (lindos), Guimarães (pequeninamente lindo) e Braga (nem tanto). Voltei um pouco adoentada (eufemismo, estava ardendo em febre) mas fui ao show perfeito de Marisa Monte. Marco pensa que me acompanhou até em casa, mas na verdade ele me trouxe, pois eu estava péssima. Mas o show foi incrível!

Depois desse dia sofri um pouco com a gripe, até melhorei um pouco, mas estava com tosse, então fui a farmácia e comprei um xarope… No dia seguinte amanheci com dor de ouvido. Estava tudo pronto para ir à Queima das fitas de Coimbra, mas dor de ouvido me derruba completamente. Liguei pro seguro, fui ao hospital, me senti culpada pois me mandaram pra emergência por uma simples dor de ouvido mas pronto, ninguém foi prejudicado e o médico disse que eu ficaria bem. Comprei a medicação e parti pra Coimbra.

A casa dos meninos estava uma loucura (pra variar, com tantas visitas), mas gosto muito do astral da República dos Colonizadores. A princípio, a Queima não parecia nada mais que um show grande, como a Latada. No dia seguinte teve a Color Run, com mais energia positiva maravilhosa. Após alguns desencontros, voltei pra casa sozinha (com a ajuda de um amigo que fiz em Londres, o Neto), e fui refletindo e pensando e ficando triste… Mas nada que uma boa festa não curasse, me arrumei e fui pra noite com a Malta. Nos divertimos muuuuuito (Pinda nas Mina, Pinda!), mas também tive desencontros… Por fim, voltamos a Lisboa.

Os desencontros culminaram com o fim daquilo que nem começou.

Exames do começo de maio, festa surpresa de aniversário (a primeira da minha vida!), viagem a Amsterdam, Bruxelas e Paris com Marco (sim, pois ir até Paris e voltar de lá saiu mais barato que voltar direto de Bruxelas). Não gostei muito de Amsterdam, é uma cidade um tanto sombria demais, fria demais e louca demais… Amei Bruxelas, não sei se por conta do festival gay que se passava no período, que dava um ar de extrema alegria por todas as ruas, mas amei. E não detesto mais Paris, apesar de estragar o momento de Marco com a Torre Eiffel e de subirmos-la a pé no dia seguinte. A volta de Paris pra Lisboa foi minha primeira viagem sozinha, e foi bom pois já adquiri experiência viajando acompanhada, e tinha de adquirir sozinha para voltar ao Brasil…

Brunno veio nos visitar para o Brazilian Day e trouxe uma amiga, Simone. Tallys e Leo Santos também vieram, para o show do Iron. Tallys ainda ficou um tempinho, fazendo turismo. Vieram mais exames (os últimos!), Dona Jô e Tia Albertina vieram ter conosco (mãe e tia de Jose) e foi uma semana excelente. Tivemos comidas gostosas e fomos à Fátima e à Quinta da Regaleira.

A visita à Fátima não foi muito produtiva, pois meu cérebro ainda estava poluído de Amsterdam, mas lá é um lugar lindo e de muita paz. Tanta, que começamos a falar de Darlan e de como ele estaria em Fátima e como ele é um bom menino, etc etc… e isso mudou minha vida. Percebi que Darlan é um menino bom e amável, e que não tem como não gostar dele. O mesmo que eu dizia (e ainda digo) de Diogo, e que eu não tenho um pingo de atração por Darlan. Isto significa que não é porque um menino tem todas as qualidades que eu tenho de agarrar-me a ele, pois ele tem de ser o amor da minha vida. E a partir deste dia sempre tive meu coração feliz.

Brunno convidou-me para uma viagem de carro pelo sul da Espanha: Córdoba, Granada e Sevilha. A viagem seria no dia seguinte à minha última prova, mesmo dia que as meninas voltaram para o Brasil. A princípio não estava com muita vontade de ir, estava cansada dos exames e do turismo, mas queria muito conhecer a Espanha e não sabia se teria outra oportunidade. Aceitei.

Iriam Brunno e Simone, uma amiga em comum deles mandou o namorado dela e Simone chamou um amigo dela, os dois portugueses. Estava toda feia da semana dos exames: olheiras, unhas por fazer, cabelo duro… mas pensei: ah, vão Simone, Brunno e dois portugueses, não preciso me arrumar não, os primeiros são de casa e os segundos nem vão se meter comigo…

Ao chegar à Évora, Simone avisou que os dois se chamavam Jorge, mas um era chato e o outro legal, e me deu a missão de identificá-los. Resumindo, por fim estendi a viagem por mais um dia e fiquei para a Queima das Fitas de Évora. Apaixonei-me pelo Jorge legal…

Voltei pra Lisboa, decidimos ir pra Barcelona, compramos passagem para uma semana a frente.

Uma semana depois ele veio visitar-me, e apresentei-lhe a minha Lisboa.

Ele voltou pra Évora num domingo, nós fomos pra Porto no mesmo dia e Simone voltou para o Brasil na segunda. Após linda noite no aeroporto e 2h de atraso do vôo devido a problemas técnicos no avião da Ryanair, ficamos na casa de Thamy e Lula (obrigada gente, vocês são uns amores!), gostamos muito de Barcelona e voltamos pra Lisboa.

Fui pra Évora ver meu Jorge, era semana de seu aniversário. Voltei, e deparei-me com despedidas… Caxias, Val, Ricardo…

E está chegando a hora. E eu, com o coração dividido entre meu lar e meu príncipe encantado…

Sorte no Amor

“Já tens aí matéria para escrever. Mas eu preferia que não fosse escrita, fosse vivida.”

Enfim, a Exponencial

Semana triste e reflexiva com a despedida das meninas. Um mês comportadinha, sem festas em dias loucos e estudando quase como se deveria. Dei-me uma folga, resolvi ir à Urban, e acabei perdendo as minhas aulas preferidas, as da quinta-feira. Continuei a folga com um forrózinho no fim de semana, era despedida da Noite para Marco, até receber sua próxima mesada de Dilmãe.

Senti-me bandida.

Fui à missa, após 2 domingos ausente, minha alma sedenta de paz.

Tentei correr atrás do prejuízo das aulas perdidas, mas tive o azar de estar em minha semana vermelha, então só consegui dormir.

Marco viajou com Douglas. Reinaldinho chegou, e tornou essa casa mais feliz.

Em tantos aspectos que nem ele nem Jose podem imaginar.

Vendo-os, pude perceber que sim, tomei a decisão correta. O que eu senti não era amor, era apenas gostar. E gostar também não é pouca coisa…

Percebi que comecei a sofrer porque meu coração começou finalmente a ter noção do ocorrido, e sentiu falta do sentimento que o ocupava. Que sofri ainda mais, porque para mim é incompreensível (sim, no tempo presente) que alguém que declarava tanto amor possa tê-lo matado e criado outro aparentemente do mesmo tamanho por outra pessoa, que nem conhecia, em tão curto espaço de tempo.

Mas, como diria Carlos Drummond de Andrade: “A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”

E ainda que qualquer dia desses eu esteja emocionalmente fraca, conheci um carinha super legal que me contou sua história, resumida na minha mente em um simples diálogo, para me lembrar de optar por não sofrer:

“-Olá, minha esposa a 11 anos. Quero terminar tudo. Fiquei com uma menina, estou gostando dela e quero ficar com ela.

-Eu não vou desistir de você. Sei que o que está vivendo é passageiro, e eu te amo.”

O Lugar Mais Romanticamente Lindo do Mundo

Após uma semana tipicamente engenheira, acordando cedo para ir as aulas todos os dias e participando de um congresso, a malta resolveu conhecer Sintra ao fim de semana.

É uma cidadezinha que faz parte do concelho de Lisboa, e tem coisas incrivelmente lindas! Vários palácios românticos, dos quais o meu preferido foi o de Monserrate com seus jardins exóticos. A primeira parada oficial foi no Castelo dos Mouros, de construção imponente e vista sensacional do oceano atlântico!

Nesta mesma “viagem”, provamos os Travesseiros de Sintra, doce típico da região, e eu aprovei 🙂 Quase perdemos o último ônibus de volta, pois eu estava encantada com o jardim de Monserrate… E eu pelo menos cheguei a conclusão de que o Palácio da Pena só tem fama e preço, pois era o de entrada mais cara, o que tornava o bilhete do ônibus 3€ mais caro que o outro percurso, e que não tinha nada de mais para se ver dentro, apenas a bela vista do atlântico que também pode ser obtida dos Mouros.

Voltamos, Jose e eu tivemos um leve momento turista no comboio, mas chegamos a tempo da festa surpresa de despedida de Carol. Para mim não foi tão triste, visto que moramos na mesma cidade, mas já comecei a sentir pela partida de Rayssa e Camila…

Mais uma semana de aula, e veio a sexta-feira forever alone, mas que ocupei preparando a surpresa de Isabela Berbert. Foi lindinha, com bolinho em casa e galerinha de leve 🙂

No sábado foi a festa oficial do aniversário dela e de Camila, juntamente com a despedida da própria Camila e da Rayssa. Foi feliz, pois reuniu toda a malta (exceto Artur, que estava viajando), e ao mesmo tempo triste, com a despedida. Para alguns, a festa estendeu-se até o domingo a tarde…

Fui com Dani ao Freeport para comprarmos tênis para a academia, e na volta rezamos para não ter perdido o último ônibus! Por sorte não perdemos, esperamos por quase 1h mas chegamos em casa sãs, salvas e um pouco mais pobres.

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