Esperando o Futuro

O ano acabou, começou outro e nem por aqui passei…

Nesses 6 meses “em off”, aprendi muitas coisas:

*como uma viagem de férias pode ser mais estressante que o período de serviço;

*uma empresa é muito difícil de ser criada e continuada, mas para isso existem empreendedores e assim o mundo vai pra frente;

*como a vida pode ser mais fácil depois que se encerram os cálculos e físicas e afins;

*é muito fácil se perder de si mesma, mas se reencontrar é bastante trabalhoso;

*às vezes, vc simplesmente não faz amigos em determinado lugar, e não há nenhum problema com você ou com as pessoas deste local, apenas não há afinidade;

*é possível ser feliz sem amigos do dia-a-dia, basta saber gostar o suficiente de seus colegas e manter o contato com seus verdadeiros amigos.

 

À luz deste aprendizado, seguem meus desejos para este ano: (em dezembro digo se os realizei ;))
1. Perder 5 kg

2. Conseguir um bom estágio

3. Fazer 95% do meu tcc

4. Ver a Proteq Jr. crescer e fazer sucesso

5. Encontrar amigos, novos e antigos

6. Gastar menos e ganhar mais

7. Ter uma família feliz.

 

Colocados em ordem de mais fácil realização 😉

 

Boas Novas

As vezes, é muito bom agradecer e informar sobre as boas coisas que acontecem em nossa vida.

Diz aquela veeeeelha musiquinha da Xuxa que “depois da tempestade vem um dia claro de verão”, e às vezes não enxergamos o Sol acima das nuvens… Até que ele aparece com tudo, trazendo felicidade (e calor viu? queria um condicionador de ar portátil :p) e pondo tudo em ordem.

Esta semana as coisas começaram a se resolver, e ainda recebi uma grande surpresa: passei na monitoria de geoprocessamento!

Grande surpresa porque eu nem ia fazer a inscrição, mas uma colega me aconselhou a fazer (obrigada Deyse!). Depois, nem ia fazer a prova, pq estava estudando pra outras cabeludas, mas lembrei que um dia me prometi que não ia deixar de fazer nada, pois sempre me arrependo mais das coisas que não faço (obrigada passado!). Ao chegar lá, me deparei com uma prova bem fácil, presente dos céus! E resultado: sou a nova monitora-bolsista de geoprocessamento!

Já me preparando pra muito trabalho pela frente, mas estou bastante feliz.

Tenho de agradecer a Deus, a intercessão da minha madrinha pequena Clênia e ao apoio de meu namorado e minhas amigas e colegas 😉

Porém, fiquei com uma pulguinha de indignação atrás da orelha: nos papéis da monitoria, assinei um me comprometendo a ñ acumular bolsa ou cargo público… Mas por que os políticos podem acumular salários milhardários e nós, pobres mortais, ñ podemos ganhar umas poucas centenas com trabalho honesto?

Perdida

Chegando por aqui, transferida do windows live spaces, me sentindo totalmente por fora nessa plataforma com tantas opções, q parecem um labirinto à uma usuária final.

Já já me encontro 😉

É preciso ser feliz

"Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calma e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre."
(Clarice Lispector)

Vi esse trecho no perfil da Clê. Da qual, eu esqueci o aniversário…  (Graças a são Orkut!)
É, ñ costumo esquecer o aniversário das pessoas, mas ultimamente ando tão perdida… Favor não esperem nada de mim, pois certamente esquecerei! Me lembrem!

E Clarice… Gosto tanto de seus textos, mas a engenharia ñ permite q me dedique à leitura.

Sabe, embora a engenharia exija muito de mim, me tome muito tempo, acho q ñ é ela que me consome.
Acho q minha auto-cobrança é que me engole, e aí eu acabo ñ fazendo nada direito…
Por isso, qdo for passear, me chame!
Qdo for fugir, me leve!
Mesmo que eu ñ queira ir, me sequestre!

Terás minha eterna gratidão, e de certo me cativarás Wink

Obs.: Nem sei pq ainda escrevo aqui, ngm lê mesmo… Meu computador ainda ñ está bom, mas passei esses meses todos ausente e ngm viu Mostrando a língua
Mas, mesmo que ninguém nos visite, sempre mantemos a casa limpa e organizada, ñ é?

Mulher no Brasil

Em agosto do ano passado, li um livrinho mais ou menos mas q tinha este texto bem marcante. Resolvi guardá-lo para publicar nesse dia especial, q em todas as mídias se fala das mulheres e suas conquistas (graças as quais eu serei engenheira e salvarei o mundo :p), mas q raramente recordam a realidade triste q muitas delas ainda vivem.

"Você sabe como é se sentir uma garota no mundo de hoje?
Na rua, somos cantadas, em casa, somos reprimidas. Querem-nos belas, mas nos agridem se tentamos. Somos violentadas sob a capa do afeto. Parece discurso feminista, eu sei. Mas não há como evitar: ser menina é um problema. Mais um. Principalmente, para as meninas que nascem aqui no Brasil, um país onde a mulher, além da obrigação de ser bonita, tem a obrigação de ser a dona da alegria. Aqui, mulher tem que fazer comida e fazer charme. Tem que ter coragem e bunda. Tem que saber sambar e saber o seu lugar. Uma barbárie. Aposto que você nunca tinha pensado sobre isso, tinha? Nenhum homem pensa. Eu penso. Sobre como nos querem festivas e subjugadas. Efusivas e caladas. Dadas e reservadas. O Brasil é macho, muito macho. É o pau-brasil, o bumba-meu-boi, o saci-pererê, o berimbau, o futebol e o Surpreso a quatro. E as meninas brasileiras são criadas para seguirem em frente sem perceber o quanto são ridicularizadas. Aqui é pior que na China, na Ìndia, países onde as mulheres são oficialmente inferiorizadas. Aqui, se disfarça. Somos enganadas, levadas a crer que ser menina é isso mesmo: tomar na Surpreso sorrindo. Metáfora demais? Não, nem é metáfora.
Seja uma menina no Brasil, e nada ao seu redor fará com quem você se ache um indivíduo necessário."

O texto de Fernanda Young é complementado por este artigo, retirado de um site:
"Tanya Gold publicou no The Guardian que a diferença entre a recepção hostil a Susan Boyle e outras impressões mais equilibrados na primeira apresentação, como sobre Paul Potts, refletem a expectativa da sociedade de que uma mulher deve ser bela e talentosa, não sendo o mesmo requisito para os homens. Já Mary Elizabeth Williams declarou no Salon.com
que Susan fez lembrar as pessoas de que "nem todas as mulheres de
quarenta anos são magras, produtos de plásticas", passando a afirmar
que a fama repentina de Susan Boyle vem da habilidade de ressaltar isso a
todos, que como nós ela é normal, tem seus defeitos e é frágil,
suscetível à tristeza e preconceitos, mas que apesar de tudo insiste na
busca pelos seus sonhos."

Quem é você

Resultado do teste da superinteressante:

http://super.abril.com.br/infograficos/info_503387.shtml

Modelo de Desenvolvimento Respeitoso ao Meio Ambiente

CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 26 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos
a intervenção que Bento XVI pronunciou nesta quarta-feira, durante a
audiência que concedeu aos peregrinos reunidos no pátio da residência
pontifícia de Castel Gandolfo, na qual tratou do tema da salvaguarda da
criação.

* * *

Queridos irmãos e irmãs:
Já nos aproximamos do final do mês de agosto, que para muitos
significa a conclusão das férias de verão. Enquanto voltamos às
atividades cotidianas, como não agradecer a Deus pelo dom precioso da
criação, da qual podemos desfrutar não somente durante as férias? Os
diferentes fenômenos de degradação ambiental e as calamidades naturais,
que as crônicas registram infelizmente com frequência, recordam-nos a
urgência do respeito devido à natureza, recuperando e avaliando, na
vida de todos os dias, uma correta relação com o ambiente. Está se
desenvolvendo uma nova sensibilidade por estes temas, que sustentam a
justa preocupação das autoridades e da opinião pública, que se expressa
com a multiplicação de encontros no âmbito internacional.
A terra é um dom belíssimo do Criador, que desenhou sua ordem
intrínseca, dando-nos assim os sinais orientadores aos quais devemos
ater-nos como administradores da sua criação. A partir desta
consciência, a Igreja considera as questões ligadas ao ambiente e à sua
salvaguarda como intimamente relacionadas com o tema do desenvolvimento
humano integral. A estas questões me referi várias vezes em minha
última encíclica, Caritas in veritate,
recordando a “urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade”
(n. 49), não somente nas relações entre os países, mas também entre
cada um dos homens, pois o ambiente natural é dado por Deus a todos e
sua utilização comporta uma responsabilidade pessoal com toda a
humanidade, particularmente  com os pobres e com as gerações futuras
(cf. n. 48). Experimentando a comum responsabilidade pela criação (cf.
n. 51), a Igreja não somente está comprometida na promoção da defesa da
terra, da água e do ar, entregues pelo Criador a todos, mas sobretudo
se empenha em proteger o homem da destruição de si mesmo. De fato,
“quando a ‘ecologia humana’ é respeitada dentro da sociedade, beneficia
também a ecologia ambiental” (n. 51). Acaso não é verdade que a
utilização desconsiderada da criação começa justamente onde Deus é
marginalizado ou inclusive onde lhe é negada a existência? Se a relação
da criatura com o Criador desfalece, a matéria se reduz a possessão
egoísta, o homem se converte na “última instância” e o objetivo da
existência se reduz a uma corrida para possuir sempre mais e mais.
A criação, matéria estruturada de maneira inteligente por Deus,
está confiada à responsabilidade do homem, que é capaz de interpretá-la
e de remodelá-la ativamente, sem considerar-se como o dono absoluto. O
homem está chamado a exercer um governo responsável para custodiá-la,
obter benefícios e cultivá-la, encontrando os recursos necessários para
uma existência digna para todos.
Com a ajuda da própria natureza e com o compromisso do próprio
trabalho e criatividade, a humanidade é capaz de assumir o grave dever
de entregar às novas gerações uma terra que estas, por sua vez, poderão
habitar dignamente e cultivar ulteriormente (cf. n. 50). Para que isso
se realize, é indispensável o desenvolvimento dessa “aliança entre ser
humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus” (Mensagem para a celebração do dia Mundial da Paz 2008, 7), reconhecendo que todos nós procedemos de Deus e que estamos em caminho rumo a Ele.
Que importante é, portanto, que a comunidade internacional e os
diferentes governos saibam dar os sinais adequados aos próprios
cidadãos para enfrentar de maneira eficaz as modalidades de utilização
do meio ambiente que são prejudiciais. Os custos econômicos e sociais
derivados do uso dos recursos ambientais comuns, reconhecidos de
maneira transparente, devem ser assumidos por aqueles que os utilizam,
e não por outras populações ou por gerações futuras. A proteção do
ambiente e a salvaguarda dos recursos e do clima exigem que todos os
líderes ajam de maneira conjunta, respeitando a lei e promovendo a
solidariedade, sobretudo com as regiões mais frágeis da terra (cf. Caritas in veritate, 50).
Juntos podemos construir um desenvolvimento humano integral em
benefício dos povos presentes e futuros, um desenvolvimento nos valores
da caridade na verdade. Para que isso aconteça, é indispensável
converter o atual modelo de desenvolvimento global em
uma conscientização maior e compartilhada diante da criação: isso é uma
exigência não somente das emergências ambientais, mas também do
escândalo da fome e da miséria.
Queridos irmãos e irmãs: demos graças ao Senhor e façamos nossas as palavras de São Francisco, no Cântico das Criaturas:
“Altíssimo, onipotente, bom Senhor, vossos são os louvores, a glória e
a honra de toda bênção (…). Louvado sejais, meu Senhor com todas as
vossas criaturas”.
Também nós queremos rezar e viver com o espírito destas palavras.
[A seguir, o Papa cumprimentou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:]
Saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os
grupos do Coral de Vila Real e de Mogi das Cruzes, desejando que esta
visita ao Sucessor de Pedro fortaleça a vossa fé e vos ajude a irradiar
o amor de Deus na própria casa e na sociedade. O Pai do céu derrame os
seus dons sobre vós e vossas famílias, que de coração abençoo.
[Tradução: Aline Banchieri
© Copyright 2009 – Libreria Editrice Vaticana]

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