Às Vezes o Melhor é Ser Louquinho (23/12)

Acordamos relativamente cedo, tomamos café da manhã no hotel, deixamos as malas no armário do hotel e fomos passear: Jose, Neto, Darlan e eu. Juliana e Judá foram por outros caminhos. Fomos à faixa dos Beatles, tiramos a clássica foto. Depois fomos a London Bridge, tiramos mais fotos. De lá seguimos para Greenwich, de trem. O parque é muito lindo, tinha um museu marítimo com um lindo navio dentro de uma garrafa defronte ao parque do sítio histórico! O observatório de Greenwich é no topo de um monte, então subimos uma ladeirinha um pouco pesada para quem já vinha no terceiro dia de caminhada… Mas valeu muito a pena! Para entrar no observatório pagava, mas havia um microespacinho de graça, onde tiramos a clássica foto entre o oriente e o ocidente.

Pegamos o caminho de volta, onde descobri que perdi meu cartão do metro… Vimos um lindo navio-museu, mas estávamos atrasados para a visita ao British Museum, além de perdidos e sem saber se o bilhete era válido, pois não havia local para validá-lo na saída de Greenwich. Pegamos o trem de volta assim mesmo, e na saída passei “no migué” entre Neto e Jose. Almoçamos no MC (pra variar), comprei um novo passe diário e fomos para o Museu Britânico. Estava quase fechando, como sempre me perdi do pessoal, não vi muita coisa, mas aparentemente não havia muito o que ver mesmo. Não resisti e comprei um livro sobre Gatos no museu, contando sua história nas diferentes culturas.

Do museu, fomos novamente a King’s Cross, para Neto tirar sua foto com o carrinho. No dia anterior não pegamos o carrinho, pois chegamos tarde e já tinham fechado. Jose e eu estávamos com muita dor nos pés, então ficamos esperando os meninos nos banquinhos.

Na volta pra casa, pegamos um vagão de metro meio cheio, mas o do lado (com passagem interna) tinha lugar para sentar. Neto achou que era mais fácil chegar até lá por fora, então assim que ele saiu à porta fechou! Por alguma razão a porta abriu de novo e ele voltou, daí tiramos resenha pelo resto da noite.

No hotel, Darlan resolveu acessar a internet, e Neto foi embora, pois ia pegar o ônibus para o aeroporto, que já estava comprado. Nós seguimos para Blackfriars, de onde saiam trens para o Luton airport. Tivemos a infeliz surpresa de que o cartão do metro não servia para este trem, e Darlan já estava sem nenhuma libra! Passou no cartão multibanco.

A viagem de trem foi muito engraçada, dissemos muitas besteiras e rimos muito! Ao chegar à estação, não vimos o aeroporto de nenhum dos lados! Descobrimos que tínhamos que pegar um ônibus até ele, mas nosso bilhete já incluía esse traslado. Finalmente chegamos ao aeroporto, e encontramos Juliana e Judá já sentadinhos, de frente a um pessoal muito estranho…

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