Fim de Semana Agitado

Dia 16 (14/09) – Faxininha e comidinha

 

Darlan saiu cedinho para tentar resolver alguma coisa na faculdade, mas como sempre não conseguiu. Ligou-nos (acordou) lá pelas 10h, perguntando o que queríamos que levasse para o almoço. Jose e eu faxinamos, ela foi preparar o peixe e ele o arroz, e eu lavei o banheiro. À tarde, eu pronta pra ficar no Face postando fotos enquanto Darlan dormia e Jose lavava roupas, apareceu uma visita de casa em Odivelas. Na volta, resolvemos esperar o autocarro (ônibus) pra testar se o cartão pegava, mas passamos uma pequena vergonha, pois ele não funcionava! Caminhamos até o metro, chegamos em casa e, após nos arrumarmos, fomos para Baixa-Chiado passear um pouco. Conhecemos alguns brasileiros CSFs, comemos, passeamos um pouco no Bairro Alto e voltamos.

Falamos pelo Skype com a família de Darlan, e depois Jose ficou falando com a dela, e eu fui dormir.

 

Dia 17 (15/09) – Finalmente, A Casa

 

Como tínhamos marcado com o corretor da Remax de Alvalade, acordamos cedinho e fomos visitar um ap em Laranjeiras. Perfeito! Pertinho da UL e dos metros, renovado e mobilado, T2 com 2 camas em um dos quartos.

Voltamos para casa super felizes, e fomos às compras pois o pessoal de Coimbra já estava a caminho. Encontramos-nos na Praça da Alameda, almoçamos no Pingo de Bela Vista e fomos ao Oceanário. Lindo lugar! Uma verdadeira visita ao fundo do mar, e pra completar, a exposição temporária era de tartarugas marinhas, que eu amo! Comprei um imã de filhotes de tartaruga e um travesseirinho de lontra.

Chegamos e já nos arrumamos para sair à noite. Darlan fez uma propaganda enorme da Urban Beach (danceteria que teve a festa dos Erasmus), mas ao chegarmos lá, depois de andar quilômetros no cais do Sodré, estava tendo uma festa privada.

 

Dia 18 (16/09) – Turistando

 

Voltamos para o Bairro Alto e caminhamos um pouco por uma das ruelas de festas. O pessoal escolheu uma danceteria que estava tocando música eletrônica, de início fiquei meio desconfiada com a aparência do local, mas após ser quase arrastada para dentro, gostei bastante, pois dançamos até o lugar fechar, às 3h da madrugada.

Saímos e Jose e eu não queríamos voltar para casa com medo de os meninos fazerem barulho, pois dona Amélia já havia reclamado da noite anterior, na qual o pessoal estava conversando alto com suas famílias. Ficamos um tempo na Praça de Camões, os meninos cantando altíssimo, fazendo vergonha, mas nos divertimos. Resolvemos voltar quando o pessoal que estava na praça começou a quebrar garrafas de vidro, pegamos um táxi e graças a Deus ninguém fez barulho, fomos dormir quase imediatamente.

Quando acordei, nossos 5 hóspedes já estavam prontos para sair, então nos arrumamos rapidinho e fomos para Belém. Antônio deu a ideia de irmos de táxi, então as meninas pegaram um, e os meninos, outro. O taxista nos deixou em frente aos pastéis, mas vimos um castelo lindo e fomos até ele. O castelo era a Igreja de Santa Maria de Belém, ligada ao Mosteiro dos Jerônimos. Linda a Igreja! Tiramos várias fotos, inclusive dos túmulos de Luís de Camões e Vasco da Gama, rezei um pouquinho e fomos encontrar os meninos nos pastéis.

Comemos o pastel, que é mais gostoso que o do Pingo, e prosseguimos com o passeio. Enquanto os meninos visitavam a Igreja, fomos passear na praça em frente, como sempre tirando zilhões de fotos. Antônio estava decidido a visitar a Torre de Belém, então caminhamos até lá. No caminho, tiramos fotos do monumento ao descobrimento, localizado ao ponto mais oeste de Lisboa, de onde partiram os navios que descobriram o Brasil. Não entramos nele, pois a entrada era paga.

Depois de uma boa caminhada à margem do rio Tejo (ou será que já era o mar?), finalmente chegamos a Torre de Belém. Tiramos várias fotos, subimos uma escada individual parando sempre para o pessoal descer, mas finalmente chegamos ao topo. A vista é bastante ampla, de boa parte do lado continental de Lisboa e uns bons quilômetros dentro do mar. Lá de cima usei o instant share do celular e liguei pro Diogo enquanto juntava energias para descer.

Desci, me juntei ao pessoal e voltamos. Fomos jantar (o qual eles estavam chamando de almoço) no restaurante do fim da rua, os hóspedes nos despediram do melhor fim de semana que tivemos até agora na Europa, e ficamos em casa na deprê.

Graças ao Antônio, que nos deu internet, ficamos no Skype até a hora de dormir, o que espantou a tristeza da casa.

 

Dia 19 (17/09) – CNPQ patrocinando a Acer

 

Todos nós acordamos cedinho pra ir a UL. Jose acordou ainda mais cedo para lavar roupas. Fomos, não conseguimos encontrar nada, o único proveito foi conhecer mais alguns CSFs. Antes de sair, conseguimos agendar a visita ao SEF (serviço de estrangeiros e fronteiras).

Jose e eu decidimos ir ao Colombo comprar o notebook. Antes disso, descemos na Marquês de Pombal para ir ao Banco do Brasil, pois ela trouxe seu dinheiro na conta e precisava sacar para comprar o pc. O Euro estava saindo a R$ 2,93!!! Decidimos passar tudo no vtm e esperar baixar.

Fomos ao shopping, passamos hoooooooooooras pra escolher um computador. Depois de muito olhar e andar e comprar outras coisinhas (como ferro, depilador e calculadora, pois Jose deixou a sua em casa) e ligar pra namorados e conselhos de vendedores, compramos um Acer gigante para cada uma, que estava baratinho. Sofremos para leva-lo para casa, mas ao chegar descobrimos que é igual ao do Darlan!

Como estávamos mortas, ele fez o jantar: cuscuz com ovo e hambúrguer! Ficamos papeando um pouco, lavei os pratos e fomos dormir.

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