Dia 30 (28/09) – Tudo resolvendo

Como ficamos até tarde na internet, não conseguimos acordar cedo para ir até o apartamento esperar o pessoal da energia. Fui acordada pela ligação do cara da EDP já brigando pois não avisamos que teria de tratar com a porteira. Ela já estava avisada, mas na hora ligamos de novo pra ela, ela ñ atendia, bateu o desespero! Pouco mais tarde ela atendeu, explicando que não o pode antes pois estava lá em cima com os homens e o telemóvel (celular) ficou em baixo.

Nos arrumamos, fomos pra faculdade, almoçamos, entreguei meu plano de estudos e finalmente estou oficialmente matriculada! Jose e Darlan foram ver o curso de inglês, e eu vim para casa.

A noite, fomos jantar no Pingo de Bela Vista, e o rapaz do caixa já começou a rir só de nós ver, estamos ficando conhecidos…

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Dia 29 (27/09) – Loja do Cidadão

Pedro Sousa nos acordou ligando para trazer o contrato assinado por Dona Delmina. Com ele em mãos, fomos para a loja do cidadão agendar as visitas do pessoal da energia, EDP, e da água, EPAL. O do gás (Galp) fica pra depois, pois eles só vão se tiver os dois anteriores.

Marcamos, Darlan foi primeiro e Jose e eu fomos depois pra UL. Comemos na Cantina Velha (refeitório 1), um bitoque de vaca que até então eu não tinha tido coragem de pedir, pelo nome estranho, mas como só tinha isso foi até melhor: bife com ovo, arroz, batata frita e salada. Durante o almoço vimos um casalzinho namorando (leia-se se agarrando) no jardim do refeitório, Jose ficou chocada com o despudoramento deles! Eu nem olhei direito, quero nem ver beijo pra não aumentar a saudade de meu namoradinho.

Fomos pra aula, mas eu por azar não tive. Voltei pra casa, lavei umas roupinhas e fiquei na internet. Quando Darlan chegou, jantamos e  criei coragem para ir à Caloirada. Me arrumei toda, chegamos lá a festa estava ótima, mas como não tinhamos grupinho e fomos só nós dois, pois Jose ficou em casa fazendo o trabalho, voltamos cedinho.

Dia 28 (26/09) – “Doriana Dora dura Delma…”

Marcamos cedinho na Remax de Alvalade com o sr. Bruno Guerra. De lá, ele nos levou para Miraflores, onde fomos ter (nos encontramos) novamente com a proprietária, dona Delmina, para assinar o contrato. Aqui, no ato do contrato tem que se fazer o pagamento, e nós não levamos o dinheiro (1800 € é um bom dinheiro…). Fomos ao caixa multibanco mais próximo, mas Darlan não conseguiu levantar (sacar), eu sim.

A proprietária só assinava mediante o pagamento, foi um tanto mal educada com o Bruno Guerra mas ficou de assinar mais tarde, com o corretor de Miraflores, Pedro Sousa. Bruno nos deixou na praça Marquês de Pombal, pois os meninos foram sacar no Banco do Brasil. Lá, Darlan conseguiu sacar no multibanco, mesmo porque não faziam saques no caixa. Voltamos para Alvalade, assinamos o contrato, ligamos para a companhia de água e depositamos o dinheiro na conta da proprietária, tudo com auxílio do Bruno.

Almoçamos no Chimarrão em frente a Remax, na avenida de Roma, e fomos ao Banco Espirito Santo abrir a conta de Darlan. Voltamos para casa, ficamos no computador, eu forever alone já que ninguém estava on pra mim, até que Diogo me deu atenção e tivemos uma pequena DR motivada pela minha crise de carência, jantamos, criei coragem e tomei banho gelado, pois acabou o gás, e fui dormir.

Dia 27 (25/09) – Cotidiano

A aula começava as 11h, mas ainda assim dormimos demais e nos atrasamos. Por sorte, o professor também. A turma estava muito cheia, era aula de laboratório com duração de 2h, então o professor dividiu em 2 turmas de 1h. Ainda bem, pois saimos correndo sem almoçar desta aula para a de desenho, e só comemos as 14h.

Passamos no banco da FCUL pois cansamos de esperar a resposta da Caixa. Abrimos uma conta no Banco Espírito Santo, e recebemos todos os dados na hora. Abrimos é modo de falar, Jose abriu a dela e eu voltei em casa para pegar os documentos. Como estava com preguiça de subir, pedi que ela jogasse a pasta para mim, mas a pobre pasta não resistiu a queda do segundo andar!

Na volta, presenciei um pós acidente de moto na UL: tinha uma mulher deitada no chão, com o nariz sangrando e a moto caída do lado!  Diferente dos acidentes de moto no Brasil, não havia fratura exposta nem membros retorcidos, e eu já ouvia o barulho da sirene da ambulância chegando (detalhe que demorei 30 min para ir em casa e voltar, e quando fui ainda não tinha acontecido).

Abri minha conta, ganhei uma camisa e uma canetinha estilosa, voltei para casa na chuva, mas graças a sr. Meireles tinha uma blusinha  impermeável. Fui direto ao China comprar uma sombrinha, aproveitei para comprar lençóis para a casa nova, e ainda ganhei um chaveirinho!

Subi, organizei os papeis, tentei tirar um cochilo mas Jose estava muito deprê, então pedi asilo político lá no quarto de Darlan (pedi é modo de falar, simplesmente peguei lençol e travesseiro e fui dormir na cama dele, enquanto ele estava no skype com a família). Acordei, jantei, fiquei um pouco na internet forever alone, pois ninguém conversava comigo nem sequer pelo face, atualizei o blog e durmo para acordar cedo para assinar o contrato da casa nova.

Dia 26 (24/09) – Miraflores

Jose e eu madrugamos. Aula as 8h, assim que vi fiquei super feliz, pois as aulas na UFAL começavam as 7:30… Acordei 6:30 e estava noite ainda, frio de congelar! Sem sol, bate aquela preguiça master… Chegamos atrasadas na aula de energia hídrica, mas é uma aula excelente!

Recebemos uma ligação de Darlan, avisando que Brunno Guerra marcou uma visita com a proprietária da casa de Laranjeiras, lááá em Algés… almoçamos na Cantina Velha, comida péssima, senti infinitas saudades do meu RUzinho… Fizemos uma longa viagem até a Remax de Miraflores, pegamos comboio, autocarro, nos perdemos a pé, pedimos informação numa loja de chaves em que o vendedor se despediu com um “NOOOOSSAAAN! Como vocês são maravilhosos!”, mas finalmente chegamos. Tivemos uma reunião com a proprietária, bem chatinha, mas depois nos acompanhou num pequenino passeio pela praça em frente, enquanto esperávamos a carona do corretor de lá, que ofereceu nos trazer de volta a Lisboa.

Ficamos no Pingo de Bela Vista, compramos comidinhas, voltamos para casa e ficamos no computador até a hora de dormir. Todos os skypes funcionam, só meu que não… Pelo menos falei com Roh e Kássia, minhas BFFs!

Dia 25 (23/09) – Comprinhas e bolinhos

Acordamos cedo novamente (sim, dormimos cerca de 4h) e fomos passear do outro lado da ponte com sr. Meireles. Provavelmente esta ponte, que atravessa o rio Tejo, é a segunda maior da Europa. Fomos ao FreePort, um outlet maaara onde fiz comprinhas de marca a precinhos maaaara, e de lá fomos almoçar em outro centro comercial, Montijo, uma comidinha bem gostosinha. Jose perdeu, ficou em casa dormindo e terminando o trabalho da Univasf. Darlan, como sempre, não poderia sair sem pagar um miquinho, então tentou descer numa escada rolante que subia, depois ficou dormindo no carro do povo, e no metro, só pra variar.

Voltamos, lavei umas roupinhas com medo da chuva, e nos arrumamos para ir ao show de Zeca Baleiro e Martinho da Vila. Tudo conspirou para nos atrasarmos, e chegamos 20h ao show que começaria as 17h. Já tinha acabado!

Eu estava decidida a voltar, não queria fumar nem me por à prova às tentações, mas os meninos ligaram pro pessoal e queriam ir ao Hard Rock café. Eu vim, e todos viemos para casa, mas chegando aqui um dos meninos liga, avisando que a paquerinha de Darlan chegou ao Hard Rock dizendo que ele a tinha chamado, e ela foi com todas as amigas!

Depois de um momento deprê e de ele ter brigado um pouco com a gente, ficamos na internet resenhando, eu botando a conversa em dia e pedindo conselhos a minha amigairmã, até me dar conta que devo ir dormir, pois segunda tem aula cedinho.

Dia 24 (22/09) – Cascais, Monobloco!

Acordamos quase cedinho, pois marcamos com Isabela de ir à Cascais. A viagem de comboio foi ótima, várias fotos e brincadeirinhas. Chegamos lá bem antes do sol (não, não era cedinho, era quase meio dia), mas durante o almoço ele apareceu!  Porém, nesta mesma hora, liga o corretor Bruno Guerra informando que a proprietária da casa marcou a visita para daqui duas horas. Resultado: fomos tomar banho de mar, passeamos por Cascais, ouvimos umas criancinhas brincando de cantar “tu és um *úúúú!”, tomamos o melhor sorvete da europa, Santinni, e demos o bolo na velhota!

Voltamos para casa, e nos arrumamos para ir ao show de Ney Matogrosso e Monobloco, em comemoração ao ano do Brasil em Portugal. Monobloco foi ótimo, conhecemos várias pessoas novas (CSFs e estrangeiros), e ao fim do show o pessoal queria por que queria ir ao Bairro Alto… fomos a pé, fui contrariada, mas fomos. Chegando lá, Leonardo, que era o mais interessado, não gostou e voltou logo com o pessoal.

As estrangeiras pararam num bar brasileiro, e Darlan pediu uma coca-cola. Quando terminou de beber, o céu estava caindo! Ficamos lá esperando, eu super ansiosa para voltar para casa, por motivos impublicáveis, a chuva não parava, decidimos sair assim mesmo em busca de um táxi.

Sem sucesso, aguardamos a chuva passar mais um pouco na vitrine de uma loja e descemos para Cais do Sodré, pegar a linha da madrugada. Esperamos um monte, mas finalmente chegamos em casa banhados em chuva.

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